quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Londrina Histórica - dos anos de 1950 aos anos de 1970

A História, aprofunda o conhecimento do presente. Um povo sem História é um povo sem memória. O Blog Londrina Histórica :(http://londrinahistorica.blogspot.com/) possui um excelente acervo sobre a história de Londrina, e eu como londrinense fiquei impressionado com o belo trabalho. Abaixo algumas fotos e textos, para que possamos desfrutar dessa bela história. Aproveitem e sejam bem vindos. Peço que não deixem de prestigiar o Blog acima citado, o qual é muito mais enriquecedor. Abraços.
Dinei Faversani

A imponente Catedral substituiu a velha igreja matriz em madeira já nos anos 40, mas teve vida curta, pois foi demolida no final dos anos 60. Além de ter ficado pequena com o crescimento da cidade, tinha problemas estruturais graves. Deveria ter sido substituída por uma catedral de estilo neogótico, que começou a ser construída na parte de trás, mas faltou dinheiro para a nave principal. O Arcebispo Dom Geraldo Fernandes resolveu adotar, então um projeto de estrutura metálica, concluído em meados dos anos 70.




Vista aérea do centro de Londrina na segunda metade da década de 50, com a Praça Willie Davids ao centro, os Edifícios Londrina (abaixo, à esquerda), e o Edifício Autolom ainda em fase de acabamento (à esquerda).





A Praça Floriano Peixoto, nos anos 60



Aqui, pode-se ver o centro já no início dos anos 60, com os edifícios América, do "Relojão", e Júlio Fuganti, ambos finalizados em 1959, e o conjunto do Centro Comercial ainda em construção (acima e à esquerda). 




A Avenida Paraná, nos anos 50. A esquina em primeiro plano é a da Rua Pernambuco. No centro da foto, pode-se ver o Edifício Salomé, que foi posteriormente demolido para dar lugar às Lojas Riachuelo.Pode-se ver ao fundo a Catedral e a Alameda Miguel Blasi.






A Avenida Rio de Janeiro, esquina com a Rua Sergipe. O calçamento em paralelepípedos era típico da época, e ainda subsiste, em muitos pontos, recoberto pelo asfalto.






Rua Minas Gerais, em frente à Associação Comercial e Industrial de Londrina - ACIL, foto de Carlos Stenders, nos anos 50. Pode-se ver o Posto de Saúde Municipal, ao fundo, e as Casas Fuganti, além de uma parte da marquise da ACIL.






Confluência da Avenida Paraná com as ruas Minas Gerais, Santa Catarina, Alameda Manoel Ribas e Rua Maestro Egídio do Amaral. Foto de Carlos Stenders, meados dos anos 50.




Esta outra vista da Avenida Paraná [...] já permite ver o Cine Londrina, primeiro cinema de Londrina, dotado da tecnologia Cinerama, com tela côncava e três projetores que funcionavam simultaneamente e sincronizadamente. Infelizmente, o Cine Londrina fechou nos anos 70 e foi demolido, dando lugar a uma agência do Banco Itaú.






Na Alameda Manoel Ribas, em frente à sede social do Grêmio Literário e Recreativo Londrina (hoje alugado para uma igreja evangélica), e ao Posto de Saúde,havia um ponto de charretes com pneus.
Antes da chegada dos jipes, essas charretes eram essenciais para se movimentar na cidade, que ainda tinha a maioria das ruas não pavimentadas.
Ao final dos anos 50, no entanto, os táxis Morris, por aqui apelidados de "Biribas", e os jipes Willys, tomaram seu lugar nesse ponto, mas as charretes ainda permaneceram em outros locais da cidade, particularmente na Vila Matos, a velha zona do meretrício.
Essas charretes levavam as prostitutas às compras às tardes, e às matinês dos cinemas, aos domingos, escandalizando as senhoras "de bem" da cidade. Isso rendeu ao veículo a popular apelido de "balaio das putas".
Na época das grandes fortunas do café, o apelido das charretes se estendeu ao aviões que traziam novas "meninas" de São Paulo para Londrina, "encomendadas" pelos novos ricos da cidade








Vista aérea do centro de Londrina em 1969



A Rua Quintino Bocaiúva, saída para Cambé, nos anos 70.




se pode ver a atual Catedral ainda em construção. Durante esse período, as missas eram rezadas no subsolo, onde hoje se encontra o estacionamento da Catedral. O ano provável da foto é 1972.






Este grupo de edifícos foram construídos, na sua maioria, na década de 50, mas a foto é de 1972






A Praça Floriano Peixoto e alguns edifícios, nos anos 70. As antenas de comunicação por microondas, no topo do Edifício Cínzia, o mais alto da época, foram instaladas por um helicóptero por volta de 1969.




A Avenida Paraná no início dos anos 60.




A Avenida Paraná, vista da Praça Gabriel Martins, no início dos anos 70. Em relação às fotos anteriores, dos anos 60, a mudança mais visível é o Edifício Satélite, que abriga a agência central do Banco do Brasil, ao lado do Cine Londrina, que, já na sua fase final, exibia filmes antigos, como Ben-Hur.






Praça Floriano Peixoto, no final dos anos 60. Ainda não existia o Edifício Frederico Lundgreen, abaixo do edifício do "Relojão", que foi construído no local onde antes se encontrava o Cine Jóia, que foi destruído por um incêndio. 




Esta é a esquina das ruas Quintino Bocaíuva, Benjamim Constant e Paraíba, com o prédio das Lojas Hermes Macedo em primeiro plano, nos anos 70. O prédio ainda existe, mas hoje abriga um templo evangélico.




A Alameda Miguel Blasi, nos anos 70.





Vista aérea de Londrina em 1979.






Os edifícios Júlio Fuganti, em primeiro plano, Centro Comercial e outros, envolvendo a Praça Primeiro de Maio, ao centro. A foto é do final dos anos 70. 



A Catedral de Londrina logo após a sua conclusão, em meados dos anos 70.







Vista aérea do centro de Londrina, em 1977




Praça Rocha Pombo, em direção à Rodoviária, no início dos anos 70. 




Fontes: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1445720 e http://londrinahistorica.blogspot.com/

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