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terça-feira, 16 de junho de 2020

IDOLATRIA POLÍTICA!



CEGOS SEGUINDO CEGOS!
As manifestações na internet e em vias públicas, por parte de partidários políticos, com raríssimas exceções, ocorrem sem os participantes terem noção qual o limite da liberdade constitucional de expressão, e o que tipifica os crimes de injúria, difamação, vandalismo e os crimes previstos na Lei de Segurança Nacional, bem como, acabam praticando atos “antidemocráticos” (quem definirá esses serão o PGR, o Judiciário e a Imprensa, essa principalmente). Ativistas estão sendo presos, parlamentares tendo sigilos quebrados, enfim, a PGR e o STF não irão dar tréguas, pois, virou uma guerra de poder (Executivo x Judiciário).
Os partidários desse ou daquele ídolo político, deveriam repensar muito bem, como agir, pois, os políticos beneficiados com as manifestações, não irão tomar nenhuma atitude para evitar ou aliviar as conseqüências jurídicas das manifestações impensadas e inconsequentes dos correligionários. Exercer a liberdade de expressão é um direito constitucional, mas não é ilimitado, o limite é estar atento para não cometer aqueles crimes.
As últimas manifestações públicas em prol e contra o Governo Federal, tanto de direita, quanto de esquerda, não contribuíram em nada, para ajudar o Brasil, a sair da maior crise política, sanitária e econômica na qual se encontra, pelo contrário, estão colocando gasolina na fogueira. É aconselhável não cometer o erro de cegos seguirem outros cegos. É importante investigar, analisar, ponderar sobre tudo o que está ocorrendo atualmente no cenário político da Nação, e manifestar-se dentro da lei e com muito bom senso, pois, a corda sempre arrebentará para a parte mais fraca, que são os adoradores de políticos. Dinei Faversani – 16/06/2020. Dinei FaversaniDinei Léia Faversani e Mariléia A. Fornitani Faversani.

IDOLATRIA POLÍTICA!



O FANÁTICO POLÍTICO NÃO TEM LADO E PRINCÍPIOS, UTILIZA A ONDA DO MOMENTO, PARA NELA SURFAR COM AS SUAS INSANIDADES!

IDOLATRIA POLÍTICA!

OPOSIÇÃO, SITUAÇÃO, OU UMA ATITUDE CRÍTICA DESPROVIDA DE PAIXÃO, EM PROL DA NAÇÃO? NÃO SEJAMOS FANÁTICOS POR POLÍTICOS, E SIM BUSQUEMOS O BEM PARA O BRASIL, VAMOS FISCALIZAR, INVESTIGAR E QUESTIONAR TUDO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.

Na atual conjuntura política, a polarização entre extremistas de direita e esquerda ganha muita força, inclusive com manifestações radiais ideológicas, e essas não se limitando apenas à Rede Social, mas também nas vias públicas, como ocorreram no domingo último (07/06/2020), nas capitais de São Paulo e do Brasil. Os que defendem os seus respectivos lados, não se importam se o seu ídolo da vez é capaz, probo e busca os interesses da Nação. Tudo isso é ruim, pois, a razão sucumbe-se diante da paixão idólatra e insana, e os maus políticos se beneficiam.
Alguns dos Governos Federais anteriores nos últimos 32 anos tiveram a liberdade de cometerem as maiores improbidades administrativas, além da má gestão pública, em função da apatia e ignorância dos eleitores, que acreditam que sejam vítimas desses algozes inescrupulosos e não seus cúmplices.
Está na hora de sairmos dessa letargia e comportamento de torcedor de futebol na política, e passarmos a ter uma postura crítica construtiva, em relação aos Governantes Municipais, Estaduais, e principalmente Federal, bem como, em relação a todos os parlamentares, para que esses sem exceção cumpram as promessas de campanha, e não ajam apenas em proveito próprio, de família e amigos, e que não se utilizem da máquina estatal, para esconder os crimes que cometem à luz do dia na administração pública, com a complacência dos adoradores de um lado ou do outro da política ideológica. Ainda há tempo, para a conscientização do dever de fiscalizar o eleito. Honestidade não é de direita e nem de esquerda, mas é caráter. Dinei Faversani (11/06/2020), Dinei Léia FaversaniDinei Faversani e Mariléia A. Fornitani Faversani.

IDOLATRIA POLÍTICA!

UM HOMEM SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS!

Davi é considerado um homem segundo o coração de Deus. Davi cometeu vários erros, inclusive graves, mas o que o tornou conhecido como um grande homem de Deus, não foi pelos erros, e sim, por nunca deixar de reconhecer o senhorio de Deus sobre a sua vida e Reino, e por se arrepender dos seus graves e horríveis erros, incluindo o assassinato de Urias, esposo de Betseba, essa amante de Davi, conforme podemos constatar no Salmo 51. O que fez diferença no arrependimento eficaz de Davi foi a exortação do Profeta Natã, que denunciou o grave crime, praticado pelo Rei Davi. Trazendo para a realidade, o que está faltando no atual Governo, são pessoas comprometidas com o Brasil, a tal ponto de orientar corretamente o Presidente Bolsonaro, para que este deixe de fazer as lambanças que não cessa de fazer, a começar pelas bizarrices na saída do Palácio do Planalto, para agradar aqueles idólatras que lá estão, para em vez de ajudar o Brasil, estão afundando com aquelas bajulações hipócritas. Espero que o Brasil tenha mais Natãs e Micaias, do que profetas como Zedequias. Dinei FaversaniDinei Léia Faversani e Mariléia A. Fornitani Faversani.

IDOLATRIA POLÍTICA!

A que ponto chegou o Brasil! A polarização tomou conta das ruas em plena PANDEMIA da COVID-19, ambos Grupos defendendo no domingo (07/06/2020), a "DEMOCRACIA". As imagens dizem tudo. Só tenho a lamentar, posto que, deveríamos estar guardando as precauções de distanciamento, em função da PANDEMIA da COVID-19, e bem como, estarmos buscando medidas para combater essa crise sanitária e econômica, que estão sendo absorvidas pela crise política. Hoje vi em uma emissora de TV, jovens da "democracia", dizendo que usarão de violência se necessário, para obter a tal "democracia". Essa polarização insana só favorece maus políticos. Dinei FaversaniDinei Léia Faversani e Mariléia A. Fornitani Faversani.

TRAIÇÃO!

O toma lá dá cá triunfou, o Centrão ficou, a Lava Jato expirou, a velha política retornou, o vírus chegou e matou, o Governo silenciou, o homem de bem lamentou. E o Brasil chorou. Triste realidade! Dinei FaversaniDinei Léia Faversani e Mariléia A. Fornitani Faversani.

FANATISMO!

IDOLATRIA! Tema muito interessante, principalmente na atual conjuntura política. O texto abaixo, o qual não é meu, mais deixa um questionamento importante, para ser analisado e respondido internamente, e bem como, para ser aplicado em nosso dia-a-dia. Dinei FaversaniDinei Léia Faversani e Mariléia A. Fornitani Faversani.

Uma atenção toda especial deve ser dirigida à questão da idolatria, que, hoje em dia, chega até nós de forma extremamente sutil.

O termo em si não tem apenas a adoração de ídolos ou imagens de ordem religiosa, mas a devoção cega ou excessiva a alguém ou alguma coisa, convertendo-o em objetos de culto.

Vale lembrar que o amor obsessivo por bens também é uma forma de idolatria. Como exemplo, podemos citar a imensa quantidade de objetos (itens de material valioso) que costumamos guardar, mas que são desnecessários a nossa sobrevivência. Esse apego acontece de forma galopante em função de diversos aspectos: materialismo, velocidade da tecnologia, marketing e indução ao consumo, globalização, “obsolescência programada”, ansiedade e fuga entre tantas outras variáveis. Tudo isso para, ao final, descobrirmos que seríamos felizes com uma vida mais simples. É o paradoxo da vida moderna “obter mais tecnologia para ganharmos “tempo”, quando, na verdade, esta tecnologia necessita de mais tempo para ser administrada”.

Não é apenas o desejo da aquisição de bens que cria ídolos. Por vaidade, muitas pessoas veem na sua aparência física o culto a um ídolo. Homens e mulheres tornam-se obcecados com produtos de beleza e técnicas variadas de ginástica, que serviriam para torná-los mais atraentes.

Uma das grandes fraquezas da espécie humana decaída é o desejo de elevar outros seres humanos exitosos em suas áreas de atuação. Nas artes não é diferente, acontece em larga escala.

Existe uma tendência absurda de se criar uma visão turva para aqueles que acreditamos ser celebridades. Um forte desejo de colocar pessoas normais em um pedestal como objetos de adoração. No Brasil, no Egito, nos Estados Unidos como em outros lugares, estrelas desportivas, artistas de televisão, de filmes e de palco, tornaram-se bezerros de ouro.

Algumas pessoas tiveram a oportunidade de, em algum momento da vida, encontrar certa projeção e visibilidade através de seus talentos. Para elas, as portas se abriram. Erroneamente, a essas pessoas, todos os perdões são concedidos, pois são considerados quase que “entes sobrenaturais”.

Levando-se em consideração que as pessoas acreditam no que veem e não na realidade dos fatos, podemos observar num programa de TV, por exemplo, como pessoas comuns tendem a conquistar as atenções e simpatias, e, muitas vezes, a redenção permanente de qualquer deslize que venha a cometer.

Grande parte do público parece perder os limites quando se trata de adoração, amontoando-se sobre seus supostos heróis para vê-los ou tocá-los. Não podemos nos esquecer de que esses ídolos são pagos para endossar produtos às massas, movimentando grandes somas de dinheiro. Que na maioria das vezes, eles são apenas a imagem criteriosamente montada para venda e que esta imagem não condiz com a pessoa que eles realmente são em sua intimidade.

Alguns fãs tendem a cultuar celebridades de forma doentia, perdem a noção da realidade. Não se pode tirar os pés da realidade, deve-se perceber que todos são seres humanos como nós. Acordam, fazem sua higiene matinal, suas necessidades, alimentam-se etc., mas também cometem muitos deslizes como pessoas normais. Isso não quer dizer que todas as celebridades são pessoas más ou que devemos atentar para seus erros, massacrando-os por seus defeitos e desacertos. Porém, não devemos fechar os olhos, ou melhor, nos tornar cegos para o que de fato acontece.

Não é pecado apreciar o talento de alguém, porém tudo isso deve ser feito com moderação. Não é culpa da maioria das celebridades a idolatria. Certamente, trata-se de um grande teste para que eles não se deixem levar por tantos láureos e bajulações. Teste esse que alguns, infelizmente, não conseguem triunfar. É justamente neste ponto de sua carreira que começa a visão deturpada do artista, em se sentir mais do que realmente é, em desconsiderar quem o admira como outro ser humano, em se sentir imortal, onipotente e único. E este pode ser o início de seu fim, tanto na sua vida profissional quanto a pessoal.

Um fã pode muito bem admirar seus ídolos em várias áreas do entretenimento. Não há nada de errado em ter um passatempo agradável ou paixão por algum astro.

Devemos apenas nos atentar para os excessos e exageros.

Alguns pontos importantes valem ser lembrados:

Fanatismo e adoração extrema beiram a inconveniência e fogem as raias da normalidade;

O respeito deve ser observado e mantido por aqueles que são virtuosos; não se trata de hierarquia, mas sim, consideração e admiração pelo trabalho desenvolvido. O artista pode ser muito bom naquilo que faz, mas fora dos palcos pode ser uma imensa decepção;

Nunca tenha vergonha de falar de sua admiração para alguém, apenas tenha discrição e reconheça seu lugar de fã;

Tietagem é saudável e válida quando o ídolo realmente merece e também respeita seu admirador. Aqueles que não possuem modéstia ou decência perdem cada vez mais espaço no mundo da arte.

Fãs são divertidos e agradáveis quando não são vulgares. Ambos, tanto o fã quanto o ídolo, se divertem nos poucos instantes de convivência;

A pergunta final é: idolatria é saudável para você?

Jorge Sabongi - Direção e Preparação Artística - 2015

Fonte: http://www.khanelkhalili.com.br/direcao2015%20006.htm



Jorge Sabongi é Economista (FACESP-SP 1982) e homem de marketing.

Proprietário da tradicional Khan el Khalili - A Casa da Arte da Dança do Ventre, desde 1982, é também Administrador de Empresas com formação em Hotelaria e Alimentos & Bebidas.

Ministra palestras, "workshops" e cursos por todo o Brasil. O "Curso de Direção e Preparação Artística" tem auxiliado e motivado o desempenho de milhares de talentos por todo o país.

Com experiência de quatro décadas nas relações sociais, promove a sensibilização das emoções para melhor acessibilidade em cena de seus alunos em suas performances.

Em 2010, publicou o livro "Direção e Preparação Artística" que ofereceu novos contextos cênicos para artistas nas mais variadas áreas, principalmente na dança, haja vista o surgimento de novas habilidades, geralmente ligadas às relações humanas.

Sua experiência na área de comunicação é fruto da prática diária e leitura. Possui uma vasta biblioteca, sobre os mais variados temas e disciplinas, para suas pesquisas e elaboração das aulas.

Fonte: https://www.editoraviseu.com.br/pt/autores/649/jorge-sabongi/#:~:text=Jorge%20Sabongi%20é%20Economista%20

(FACESP,cursos%20por%20todo%20o%20Brasil.

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