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sexta-feira, 19 de junho de 2020

POR QUÊ HÁ TANTO SOFRIMENTO NO BRASIL?



O POVO PERECE POR FALTA DE CONHECIMENTO, E FALTA DE VERGONHA NA CARA!
Temos um Presidente que com freqüência cita a passagem bíblica João 8:32 (“E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará".). Há no governo federal, um Ministro “terrivelmente evangélico”, inclusive esse fez Teologia comigo na Faculdade Teológica Sul Americana de Londrina (Ano 2000). Há uma Ministra no Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos do Brasil, que é Pastora. No Congresso Nacional estão repletos de Cristãos Evangélicos e Católicos. Será que esses Cristãos leram ou lembram a passagem bíblica de Oséias 4:6 (“O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos”.)? O Profeta Oséias durante 38 anos denunciou o seguinte: “Não há nem honestidade, nem bondade, nem conhecimento de Deus na tua terra. 2 Juras, mentes, matas, roubas e cometes adultério. Vê-se violência por toda a parte; os homicídios sucedem-se uns após outros.”
É lamentável que o que ocorreu no século VII a.C., durante o Ministério de Oséias, são práticas useira e vezeiro, na atual política. Com tantos “Cristãos” no Governo Federal e no Congresso Nacional, era para termos um País livre de tanta mentira e corrupção. A prisão do Fabrício Queiroz ocorrida em data de ontem (18/06/2020 – quinta-feira), denuncia a hipocrisia do povo brasileiro, pois, para muitos, as suspeitas de “rachadinhas” ocorridas na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, são tidas como faltas normais e praticadas há muito tempo, e portanto, não são tidas como crime grave de corrupção. O Brasil perece por ignorância de seu povo. Espero que os governantes realmente coloquem Deus acima de todos e a Pátria acima de tudo, e que a Constituição Federal, seja realmente respeitada pela Corte que têm a obrigação de ser a sua guardiã. Que Deus tenha misericórdia do Brasil. Dinei Faversani – 19/06/2020 – sexta-feira.
Oséias 4:6
“Oséias, filho de Beeri, profetizou em meados do século VIII a.C., e seu ministério começou durante o de Amós ou pouco depois. Amós levantou a ameaça do juízo divino contra Israel, executado por um inimigo não especificado. Oséias identifica esse inimigo como a Assíria. Oséias deve ter profetizado por 38 anos no mínimo, embora quase nenhuma informação se encontre a seu respeito em outras fontes documentárias. Dos profetas que deixaram escritos, foi o único originário do Reino do Norte (Israel), e suas profecias dirigem-se principalmente a esse reino”. Fonte: Bíblia de Estudo NVI – Editora Vida 2003, pg. 1478.
Oséias 4-13 O Livro (OL)
A acusação contra Israel
4 Ouve a palavra do SENHOR, ó povo de Israel! O SENHOR tem contra ti um processo de acusação, com as seguintes denúncias: “Não há nem honestidade, nem bondade, nem conhecimento de Deus na tua terra. 2 Juras, mentes, matas, roubas e cometes adultério. Vê-se violência por toda a parte; os homicídios sucedem-se uns após outros.
3 É por isso que a tua terra está ressequida; está cheia de tristeza e tudo o que vive tem doença e acaba por morrer; quadrúpedes, aves e até os peixes começam a desaparecer.
4 Não apontes para outros, tentando aliviar as culpas de cima de ti! Para ti, sacerdote, é que eu aponto o dedo. 5 Em consequência dos vossos crimes, vocês, os sacerdotes, serão derrubados tanto em pleno dia como durante a noite, conjuntamente com os vossos falsos profetas; destruirei igualmente a vossa mãe, Israel. 6 O meu povo é destruído porque não me conhece! E tudo por culpa vossa, sacerdotes, porque vocês mesmos não se interessam por me conhecer; por isso, recuso reconhecer-vos como meus sacerdotes. Visto que se esqueceram da Lei do vosso Deus, também me esquecerei de abençoar os vossos filho

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Renan fracassa em manobra para dar mais prazo a Dilma e Senado inicia análise de contas

Presidente do Senado tentou obter 45 dias extras para defesa da presidente, que teve as contas de 2014 reprovadas pelo TCU

Estadão Conteúdo
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O Senado iniciou formalmente nesta terça-feira, 20, a análise do processo do Tribunal de Contas da União (TCU) que recomenda a reprovação das contas de 2014 da presidente Dilma Rousseff. A presidência da Casa, exercida no momento da leitura pelo senador Dário Berger (PSDB-SC), comunicou em plenário ter recebido o parecer prévio do ministro relator no TCU Augusto Nardes.

Ao longo do dia, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), tentou uma manobra para dar 45 dias de prazo extra para a defesa de Dilma diretamente à Mesa do Senado, antes do envio do parecer à Comissão Mista de Orçamento (CMO). Mas diante da resistência da presidente da CMO, senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), Renan recuou do seu plano. Segundo aliados, o presidente do Senado queria dar mais prazo ao "contraditório" para evitar possíveis contestações no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre nulidade do processo.

O líder do governo no Senado, José Pimentel (PT-CE), também fez apelos para evitar prazo extra por acreditar que pode "derrubar" o relatório na CMO. Em reunião com aliados, Renan desistiu: "Não vou insistir em dar prazo para quem não quer", disse. Ele também recebeu apelos diretos do Palácio do Planalto.

Após a leitura do parecer em plenário, a mensagem seguirá para a Comissão de Orçamento. Rose de Freitas indicará o relator da análise das contas de Dilma. A comissão terá, segundo ela, 77 dias para votar o parecer. Se o entendimento dos congressistas for pela rejeição das contas do governo, poderá ser aberto um processo de impeachment contra a presidente Dilma.

Relatoria

Entre os nomes cogitados para a relatoria, está o do senador Raimundo Lira (PMDB-PB), que era suplente do atual ministro do TCU Vital do Rêgo Filho, considerado um nome "seguro" para relatar o processo. A bancada do PDT defende a indicação do líder do partido, Acir Gurgacz (RO), considerado um senador não tão próximo ao governo, mas que também não cometeria "nenhuma loucura". Na bancada do PMDB, ganha força o senador João Alberto (PMDB-MA). Próximo ao ex-presidente José Sarney, é considerado "um cumpridor de missões".

A indicação, no entanto, teria encontrado resistência de Rose de Freitas, que, segundo integrantes da base governista, também tem dado sinais de querer assumir a relatoria. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/439065_RENAN+FRACASSA+EM+MANOBRA+PARA+DAR+MAIS+PRAZO+A+DILMA+E+SENADO+INICIA+ANALISE+DE+CONTAS

sábado, 10 de outubro de 2015

Loteamento inutil

Ao entregar cargos para o PMDB, Dilma queria fidelidade no Congresso. Não conseguiu. Deputados se ausentam de votação e mostram que a presidente está cada vez mais isolada

Fábio Brandt
Há 15 dias, quando decidiu lotear cargos na reforma ministerial, a presidente Dilma Rousseff calculou que, com a iniciativa, seria capaz de atrair a fidelidade do PMDB no Congresso. Na semana passada, porém, o fisiologismo se converteu em uma grande furada. Em dois dias consecutivos, os deputados não compareceram à sessão que votaria os vetos da presidente à chamada pauta-bomba, que anula o corte de gastos que o governo anunciou como parte do pacote de ajuste fiscal de R$ 26 bilhões. A falta de quórum não só significou uma derrota contundente para Dilma como expôs uma enorme incapacidade de articulação. Dos 65 deputados do PMDB, 28 não foram. A ausência também representou uma derrota pessoal para Leonardo Picciani, o líder do PMDB na Câmara. Na quarta-feira 7, Picciani ficou pendurado ao telefone fazendo apelos para que deputados do partido aparecessem. Não adiantou.
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AMBIÇÃO
Picciani quer suceder Eduardo Cunha na Presidência da Câmara
Aos 35 anos, Picciani, do Rio de Janeiro, representa o que o velho PMDB tem para oferecer de novo no cenário nacional. É um político jovem. Fora a pouca idade, quase nada traz de novidade em relação às práticas de seu partido. Tanto que, recentemente, mostrou que não vê problemas em mudar de lado no espectro político conforme a conveniência. Após apoiar a candidatura do tucano Aécio Neves em 2014 e começar o ano com uma postura dura em relação ao governo, aderiu ao time de Dilma Rousseff no Congresso. Agora, é o preferido da administração petista para assumir a Presidência da Câmara caso o atual ocupante do cargo, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deixe a função pelo envolvimento em escândalos de corrupção.
Picciani se tornou líder da bancada peemedebista graças ao apoio de Cunha. Agora, torce para que o ex-aliado caia em desgraça e abra caminho para a sucessão. Em público, os dois negam estar com relações estremecidas. Nos bastidores, ficou evidente que Cunha trabalha para enfraquecer Picciani. Na semana passada, o presidente da Câmara patrocinou a dissolução do mega-bloco de seis partidos (PMDB, PP, PTB, PHS, PSC e PEN) liderado por Picciani, numa tentativa de diminuir o poder do colega e a pretensão do governo de plantá-lo na Presidência da Casa. Em entrevista à IstoÉ, Picciani negou estar trabalhando pela Presidência da Casa. “Eu não trato dessa questão”, diz. “Ela não está no meu horizonte.”
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FRACASSO
Falta de quórum escancarou a incapacidade de articulação de Dilma
A aproximação de Picciani com a administração petista incomoda integrantes de sua própria legenda. “É uma aventura inútil”, afirma o deputado federal Osmar Terra (PMDB-RS). “Não vai resolver o problema do governo e queima o partido. Pode ser útil para alguém, mas para o partido não é.” Desde o ano passado, a bancada do PMDB mantinha uma posição neutra em relação ao governo. Sempre aliado de Eduardo Cunha, Picciani deu várias demonstrações de contrariedade ao governo. O que motivou a mudança de comportamento? “A proximidade maior com o governo se deu a partir do momento em que fui chamado para conversar”, diz. “Sempre estive aberto ao diálogo.”
A disposição do governo de apoiar Picciani para substituir Cunha caso ele saia da Presidência da Câmara esbarra no próprio PT, partido de Dilma. Um grupo de deputados formado por Arlindo Chinaglia (PT-SP) e Marco Maia (PT-RS) não desistiu de voltar a ter o presidente da Casa para a própria legenda. Os petistas mais alinhados com o governo avaliam que o ideal é apoiar alguém do PMDB e, aos poucos, tentar retomar os cargos de comando na Casa – hoje, o PT não tem assento na Mesa Diretora. “O Picciani foi determinante na reforma ministerial”, afirma o líder do PT, Sibá Machado (AC), “Mas Presidência é outra história.”
Fotos: Pedro Ladeira/Folhapress; Jorge William/Ag. O Globo 
Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/438334_LOTEAMENTO+INUTIL

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