Powered By Blogger
Mostrando postagens com marcador Câmara aprova presença obrigatória de advogado em ações trabalhistas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Câmara aprova presença obrigatória de advogado em ações trabalhistas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Câmara aprova presença obrigatória de advogado em ações trabalhistas

Presença obrigatória de advogado em ações trabalhistas avança na Câmara
Mais um passo foi dado para a aprovação do Projeto de Lei nº 3.392/2004, da ex-deputada Dra. Clair (PT-PR), que torna obrigatória a presença do advogado nas ações judiciais trabalhistas e institui honorários de sucumbência na Justiça do Trabalho. No dia 29 de novembro, o documento foi aprovado, na CCJC (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) da Câmara dos Deputados, por 77 dos 79 parlamentares presentes (um voto contra e uma abstenção). Se não houver recurso para votação no Plenário da Câmara, a proposta seguirá para o Senado.
A proposta, que ainda precisa ser aprovada pelo Senado, estabelece que as partes no processo trabalhista deverão ser representadas por advogado legalmente habilitado. A ausência de advogado só será admitida se a parte tiver habilitação legal para postular em causa própria. Além disso, o projeto prevê, ainda, que os honorários sejam fixados entre 10% e 20% do valor da condenação.
A AASP é a favor do PL nº 3.392/2004 e, por diversas vezes, manifestou essa aprovação em seus veículos de comunicação. Além disso, durante a votação na CCJC da Câmara, a AASP esteve representada pelo diretor e conselheiro Luís Carlos Moro. "Esta foi a mais expressiva vitória da advocacia trabalhista no Congresso Nacional nos últimos anos", afirmou o diretor.
Estiveram presentes também em Brasília o secretário-geral do Conselho Federal da OAB, Marcus Vinícius Furtado Coelho, o presidente e o secretário da Abrat, Jefferson Calaca e Nilton Correia, respectivamente, além de representantes da OAB-RJ e da advocacia trabalhista, todos participando das discussões e explicando aos deputados a importância da aprovação do documento.

Fonte: Boletim da AASP nº 2763 - de 19 a 25 de dezembro de 2011


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou nesta terça-feira (29/11), em caráter conclusivo, o Projeto de Lei 3392 /04, da ex-deputada Dr.ª Clair (PR), que torna obrigatória a presença de advogado nas ações trabalhistas e fixa os honorários de sucumbência na Justiça do Trabalho. A proposta segue agora para o Senado, a não ser que haja recurso para votação no Plenário da Câmara.
O Diretor e Conselheiro da AASP Luís Carlos Moro, o secretário geral do Conselho Federal da OAB, Marcus Vinícius Furtado Coelho, o presidente da ABRAT e o Secretário, Jefferson Calaça e Nilton Correia, respectivamente, além de representantes da OAB-RJ e da advocacia trabalhista permaneceram durante toda a tarde na Comissão e também participaram das discussões explicando aos deputados a importância da aprovação do Projeto de Lei 3392/04. Segundo Luís Carlos Moro esta foi "a mais expressiva vitória da advocacia trabalhista no Congresso Nacional nos últimos anos".
A AASP, em diversas oportunidades, já havia se manifestado favoravelmente ao Projeto, tendo o tema sido motivo de editorial publicado no Boletim da AASP nº2626 , que circulou de 4 a 10 de maio de 2009, com o título JUS POSTULANDI E HONORÁRIOS DE SUCUMBÊNCIA e do curso "Honorários não são Gorjeta", promovido em setembro, ocasião em que foi proferida a palestra "Cabimento dos honorários advocatícios e a competência da Justiça do Trabalho para apreciar ação de cobrança" pelo Diretor Luís Carlos Moro e pelo Juiz Titular da 1ª Vara do Trabalho de Taubaté, Guilherme Guimarães Feliciano.
O relator do Projeto de Lei, deputado Hugo Leal (PSC-RJ), apresentou parecer favorável à proposta e o deputado Fabio Trad (PMDB-MS) também defendeu a medida: "Se o advogado é essencial para a Justiça, como estabelece a Constituição, como ele vai ser prescindível no momento do pedido à Justiça? Não há privilégios corporativos defendidos neste projeto", disse.
Para Fabio Trad, a medida beneficia a população de baixa renda. "O cidadão que ingressa na Justiça litiga contra alguém e esse alguém será assistido por um advogado. Se esse advogado usar termos técnicos, complexos, o cidadão pobre ficará prejudicado. As forças não estarão equiparadas. Os argumentos técnicos usualmente determinam o êxito da causa", explicou.
Assessoria de Imprensa da AASP, com.Agência Câmara de Notícias

Quem somos!

Minha foto
LONDRINA, PARANÁ, Brazil
Eternos Aprendizes, advogados, casados. "Nossa Religião é o Amor, Nossa Pátria é o Mundo e nossa Raça é a Humanidade"

SEJAM BEM VINDOS!

"A todos que passarem por essa página, desejo que Deus os abençoem e que traga a todos um raio de esperança e fé.

Seguidores